Superação e volta por cima

O que motiva uma pessoa a todos os dias reservar de 30 minutos a 1 hora do seu dia para treinar, fazer aula, correr ou nadar? Muitos fatores podem servir de gatilho, desde que façam sentido para você. Já falamos aqui nesse link que academia é um ambiente para todos, como mostraram as histórias de Cintia e Maria Cristina.

Agora, vamos mostrar que a atividade física pode ser um meio de superar desafios e se motivar, com as histórias de Iara e Vanderson.

Descobrindo uma nova paixão

Iara Ribeiro tem 21 anos e nasceu com uma má-formação cerebral. Isso faz com que ela tenha atualmente a idade mental de, aproximadamente, 7 anos. Sua mãe, Dany, conta que ela sempre foi animada e alto astral. Porém, quando se tratava das aulas de educação física na escola, eram várias desculpas para faltar.

Isso mudou quando Iara começou a sentir dores no corpo e desânimo por conta do excesso de peso. Primeiro ela fez pilates, depois passou para o funcional e assim, acabou tomando gosto por atividade física, como conta sua mãe.

“Há 2 anos mudamos para Salvador, onde ela se dedicou ainda mais à rotina saudável, correndo de 5 a 6 km. Quando voltamos para Juiz de Fora ela entrou na Fibratech. Iara fazia aulas de spinning, yoga e esteira, depois começou personal na musculação. Ela ama ir à academia.”

Para a menina que era cheia de desculpas, agora sobram motivos para permanecer na nova rotina. Ela melhorou a motivação, o ânimo, o humor, a vaidade e inclusive as dificuldades motoras que tem. Quando fica sem treinar, ela logo se sente mais deprimida. Segundo os médicos que a acompanham, é nítida a evolução na coordenação motora, no ganho de força e na melhora do condicionamento físico dela.

“Iaiá é muito carinhosa e sensível ao amor. Mesmo não sabendo explicar o que está sentindo, ela se recusa a ir a lugares onde não se sinta acolhida. Na Fibratech ela adora, acorda 5h30 da manhã animadíssima querendo ir, inclusive, aos finais de semana. Ela tem muita força de vontade e não desiste diante das muitas dificuldades físicas e motoras que tem.”

Superação e desafios

Os exercícios físicos também fizeram a diferença para o sargento Vanderson Luiz, de 45 anos. Ele conseguiu voltar a correr graças aos treinos focados na sua recuperação, depois de uma lesão séria no quadril.

O primeiro contato com a atividade física veio ainda no quartel, mas somente alguns anos depois ele descobriu sua paixão: as ultra maratonas. A primeira foi em 2010, correndo 100 km em Cubatão. No mesmo ano veio a primeira prova de 24 horas, em Campinas, conseguindo o terceiro lugar.

“Quando corri 201,6 km e conquistei a 3ª colocação individual geral, sabia que ali era a minha área. Eu fui me apaixonando! Comecei a treinar mais e mais, achava que quanto mais quilômetros corresse, melhor seria. Porém, o corpo pagou o preço do meu exagero alguns anos depois.”

Já com 10 ultra maratonas no currículo e o título de Campeão Brasileiro de Ultra maratona de 24 horas, Vanderson foi obrigado a parar. Em 2013 ele se lesionou gravemente no quadril.

“Fui apresentado aos sócios da Fibratech em dezembro de 2013, já lesionado. Eles me deram oportunidade de fazer parte da equipe, quando conheci o Método k3D criado por Rogério Tasca – um dos sócios – e um amigo. Passei o ano todo só fortalecendo a musculatura e cuidando da minha lesão. Meus treinos eram bem específicos, os meninos tiveram muita paciência e cuidado com a minha situação, pois eu queria retornar. E com o tempo fui conseguindo.”

Dando a volta por cima

Desde que iniciou sua recuperação com o método K3D, Vanderson já passou por novos desafios e conquistas. Esse ano, estreando em provas de 12 horas, foi consagrado campeão mais uma vez, na Ultra maratona de 12 Horas em Piracicaba, percorrendo 123,6 km.

“Agradeço a Fibratech por cada conquista que me proporcionou. A academia tem sido muito importante em todas as fases que estou passando, por isso faço questão de vestir a camisa. Estou sempre procurando novos desafios.”

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E você, tem ou conhece uma história de superação com a atividade física? Conte pra gente 🙂